Garimpagem, por Stanislaw Azir.
Tenha sempre consigo papel e a pena
E sem pena escreva o que vir na telha
E não tenha medo
Pense que logo cedo virá o discernimento que ilumina a mente
Na garimpagem do ouro novo do coração e do espírito
No estresse ou na calma
Nosso ser e essência
Para encontrar a alma do mundo e o mundo do homen
Tudo a seu tempo...
Porque sempre é tempo...
Se tiver que ser, que seja...
Mas não impeça o que virá como grito de dor
E o que brotar...
Garimpe depois...
Não te preocupes...
Escreve somente...
O importante é ser a você mesmo...
Faça com que o belo ontem o seja hoje
Para que nada de bom morra
não elogies, nem mintas
Não esconda virtudes doutrem, porém
Existem sempre melhores do que nós
Maturidade é não dar gritos e ser ouvido
É ser soluço, e o riso...
Desejar a outros antes que a si mesmo...
Á medida do equilibrista
Morra em sua vida a vergonha de escrever o que claramente vejo:
Você é beleza singela
Uma santa inspiração
És como santa maria
És do silêncio serva
És poesia
És tua própria criação
Constrói-te, mulher!
É que para sempre do senhor Deus te inspire
Se não quiser falar, não fale: Escreva!
Que assim seja. Amém.




















